GIGANTES QUE NOS INSPIRAM

Referências que vão lhe ajudar a entrar em contato com o universo da aprendizagem e da transformação pessoal e profissional

1. Argyris, C. and Schön, D. (1978). Theory in Practice: Increasing Professional Effectiveness. San Francisco, Jossey Bass.

2. Baker, A., Jensen, P. e Kolb, D. (2002). Converstional learning: an experiential approach to knowledge creation. Westport, Quorum Books.

3. Bardin L. (1977). Análise de conteúdo. Lisboa, Edições.

4. Bloom, B.S. (Ed.) Taxonomy of educational objectives: Handbook 1: Cognitive domain. New York, NY: Longman. 1956.

5. Boyer, E. (1990). Campus Life: In Search of Community. San Francisco, The Carnegie Foundation for the Advancement of teaching.

6. Briggs, C. (2007). Curriculum collaboration: A key to continuous program renewal. The Journal of Higher Education, 78(6), pp. 676-711.

7. Brockett, R. e Hiemstra, R. (1991). Self-Direction in Adult Learning: Perspectives on Theory, Research, and Practice. London and New York, Routledge.

8. Brusoni, M. et alii. (2014). The concept of excellence in higher education. Brussels, ENQA AISBL.

9. Candy, P. (1991). Self-direction for lifelong learning: A comprehensive guide to theory and practice. San Francisco, Jossey-Bass.

10. Casale, A. (2013). Aprendizagem Baseada em Problemas – desenvolvimento de competências para o ensino em engenharia. Tese de doutoramento, USP, Brasil.

11. Chenault, K. (2017). Building Collaborative Pedagogy: Lesson Study in Higher Education. College Quarterly, 20(1).Disponível em <http://collegequarterly.ca/2017-vol20-num01-winter/building-collaborative-pedagogy-lesson-study-in-higher-education.html>. [Consultado em 25/05/2017].

12. Cox, M. (2004). Introduction to Faculty Learning Communities. New Directions for Teaching and Learning. 2004(97), pp. 5-23.

13. Datar, S., Garvin, A. e Cullen, G. (2010). Rethiking the MBA: Business Education at a Crossroads. Boston, Harvard Business Press.

14. Delors, J. (2001). Educação: um tesouro a descobrir. 5. ed. São Paulo, Cortez.

15. Dewey, J. (1916). Education and Democracy. New York, The Free Press.

16. Dewey, John. How we think. Boston, MA: D.C. Heath. 1910.

17. Elton, L. (1998). Dimensions of excellence in university teaching. International Journal for Academic Development, 3(1), pp. 3-11.

18. Fink, D. (2003). Creating Significant Learning Experiences: An Integrated Approach to Designing College Courses. San Francisco, Jossey-Bass.

19. Fry, H., Ketteridg, S. e Marshall, S. (2009). A Handbook for Teaching and Learning in Higher Education : Enhancing Academic Practice. 3rd Ed. New York, Taylor & Francis.

20. Fulton, C. e Licklider, B. (1998). Supporting Faculty Development in an Era of Change. To Improve the Academy. 1998(17), pp. 51-66

21. Garvin, D. (1993). Building a Learning Organization. Harvard Business Review. 71(4), pp. 78–91.

22. Ghiglione, R e Matalon, B. (1997). O Inquérito – Teoria e Prática. 3ª ed. Oeiras, Celta Editora.

23. Gil, A. (2008). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6 ed. São Paulo, Atlas.

24. Gonçalves, A. (2013). Saberes e práticas docentes em cursos de lato sensu. Cadernos de Educação, 13(25), pp. 11-29.

25. Hargreaves, A. (1994). Changing Teachers, Changing Times: Teachers’ Work and Culture in the Postmodern Age. London, Continuum.

26. Harvey, L. e Green, D. (1993). Defining quality. Assessment and Evaluation in Higher Education. 18 (1), pp. 9–34.

27. Harvey, L., Burrows, A. e Green, D. (1992). Criteria of quality in Higher Education report of the QHE Project. The University of Central England, Birmingham.

28. Henard, F. e Leprince-Ringuet, S. (2008). The path to quality teaching in higher education. OECD. Unpublished paper.

29. Hoyle, E. (2008). Changing conceptions of teaching as a profession: Personal reflections. In: Johnson, D. e Maclean, R. (Ed). Teaching: Professionalization, development and leadership. Dordrecht, Springe,. pp. 285-304.

30. Jarvis, P. (2004). Adult Education and Lifelong Learning: Theory and Practice. 3rd Ed. New York, RoutledgeFalmer.

31. Kirkpatrick, D. L. Evaluating training programs: the four levels. San Francisco, Berrett-Koehler. 1994.

32. Knowles, M. (1975). Self-Directed Learning. Chicago, Follet.

33. Knowles, M. (1978). The Adult Learner: A Neglected Species. 2nd Ed. Houston, Gulf Publishing Co.

34. Kolb, David A.. Experiential Learning: Experience as the Source of Learning and Development. Pearson FT Press. 2 ed. 1984.

35. Kremer-Hayon, L., & Tillema, H. (1999). Self-regulated learning in the context of teacher education. Teaching and Teacher Education, 15, 507–522.

36. Le boterf, G. Desenvolvendo a Competência dos Profissionais. (2ª ed.). Porto Alegre: Artmed. 2003.

37. Lee, A., Pettigrove, M. e Fuller, M. (2010). Preparing to teach in higher education. UK Council for Graduate Education.

38. Lester, J. e Kezar, A. (2012). Understanding the formation, functions, and challenges of grassroots leadership teams. Innovative Higher Education, 37, 105- 124.

39. Masetto, M. (1998). Docência na universidade. Campinas, Papirus.

40. Masetto, M. (2012). Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo, Summus.

41. Mesquita, E., Formosinho, J. e Machado, J. (2009). Individualismo e colaboração dos professores em situação de formação. In Atas do VII Simpósio de Organização e Gestão Escolar. Aveiro: Departamento de Educação, Universidade de Aveiro.

42. Minayo, M. (Org.) (2008). Pesquisa social: teoria, método e criatividade.
27. ed. Petrópolis, Vozes.

43. Mutie, J. et alli (2014). Life cycles of collaboration in higher education: challenges and solutions. Baraton Inter-disciplinary Research Journal, 2004(4). University of Eastern Africa, Baraton.

44. Nóvoa, A. (Coord) (1992). Os professores e sua formação. Lisboa, Dom Quixote.

45. Perrenoud, P. (2002a). A Prática reflexiva no ofício de professor: profissionalização e razao pedagogica. Porto Alegre, Artmed.

46. Perrenoud, P. (2002b). Aprender a negociar a mudanca em educacao. Novas estratégias de inovacao. Porto, ASA editores.

47. Perrenoud, P. (2001). Formando professores profissionais: Quais estratégias? Quais competências?. Porto Alegre, Artmed.

48. Pimenta, S. (2002). Docência no ensino superior: problematização. In: Pimenta, S.; Anastasiou, L. Docência no ensino superior. São Paulo: Cortez, 2002.

49. Pestana, M. e Gageiro, J. (2009). Análise categórica, árvores de decisão e análise de conteúdo, em Ciências Sociais e da Saúde, usando o SPSS, LIDEL, Lisboa – Porto.

50. Ribeiro, M. e Soares, S. (2007). A prática educativa nas representações de docentes de cursos de licenciatura. Sitientibus, 37(2), p.173-193.

51. Ritchhart , Ron. Creating Cultures of Thinking: The 8 Forces We Must Master to Truly Transform Our Schools. Jossey-Bass. 2015.

52. Rogers, Jenny. Aprendizagem de Adultos: Fundamentos para Educação corporativa. Porto Alegre: Artmed, 5 Ed – 2011.

53. Rogers, Carl R. Tornar-se pessoa. São Paulo: Martins Fontes, 2011.

54. Schwab, K. (2016). A quarta revolução industrial. Brasil, Edipro.

55. Schön, D. The reflective practitioner: How professionals think in action. New York, NY: Basic Books. 1983.

56. Senge, P. (1991). The fifth discipline: the art and practice of the learning organization. New York, Doubleday.

57. UNESCO (2005). Unesco World Report – Towards a learning society. Paris, Unesco Publishing.

58. Ventura, T. (2005). Sistemas de Informação e Estratégias Organizacionais: o impacte das Redes, in Sistemas de Informação Organizacionais, Luís Amaral & all, Edições Sílabo, Lisboa.

59. Ventura, T. (2007). Avaliação da flexibilidade, um contributo para a excelência docente. Tese de doutoramento, Universidade de Sevilha.

60. Ventura, T. (2016). Total Quality in Inclusive Education – A Study Case in Portugal,  Proceedings of the World Congress on Education 2016, October 12-13, Dublin, Ireland, pp. 90-97.

61. Ventura, T. (2017). Dilemas da Educação Inclusiva – um enfoque metodológico autoavaliador”,  in Debates da Filosofia da Ciência Contemporânea, Pombo, o. & Castro, P. Org. , Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa, pp. 363-392.

62. 2005, pp.487-524.

63. Villar, L. (Coord) (2004). Programa para la mejora de la docencia universitaria. Madrid, Pearson Education.

64. Vygotsky, L. (1978). Mind in society : the development of higher psychological processes. Cambridge, Harvard University Press.
65. Wenger E. e Snyder C. (1991). Communities of practice: The organizational frontier. Harvard Business Review, 2000(1).Disponível em: <https://hbr.org/2000/01/communities-of-practice-the-organizational-frontier>. [Consultado em: 20/04/2017].

66. Wenger-Trayner. E. e Wenger-Trayner, B. (2015). Communities of Practice: A Brief Introduction. Disponível em: <http://wenger-trayner.com/wp-content/uploads/2015/04/07-Brief-introduction-to-communities-of-practice.pdf>. [Consultado em: 13/04/2017].

67. Wiggins, G., & McTighe, J. (1998). Understanding by design .Alexandria, VA: Association for Supervision and Curriculum Development.

68. Wiggins, Grant. (1998). Educative Assessment: Designing Assessments to Inform and Improve Student Performance. San Francisco: Jossey-Bass.

69. Zabalza. M. (2007). Competencias docentes del profesorado universitario: calidad y desarrollo profesional. 2a Ed. Madrid, Narcea.

70. Zabalza. M. (2004). O ensino Universitário: seu cenário e seus protagonistas. Porto Alegre, Artmed.

71. Zabala, A. (1998). A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre, Artmed.